Orleans Brandão é primeiro colocado para o governo em pesquisa no município de Timon

No município de Timon, pesquisa para o governo do Estado aponta o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB), em primeiro lugar, com 35,23% das intenções de voto. O Instituto Nacional de Opinião Pública (Inop Previsão) realizou o levantamento.

 

De acordo com os dados, em cenário estimulado, aparecem empatados na segunda colocação, com 20,45% cada, o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), e o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo). Depois, vem o vice-governador Felipe Camarão (PT), que tem 13,64%. A pesquisa também aponta que 1,14% afirmaram não votar em nenhum dos pré-candidatos apresentados, e 9,09% não sabem ou não quiseram responder.

Para o Senado, também em cenário estimulado, o governador Carlos Brandão (PSB) soma 50% e tem a preferência dos timonenses. Na segunda colocação, está o senador Weverton Rocha (PDT), com 22,73%.

Em seguida, vem a senadora Eliziane Gama (PSD), que tem 6,82%; o ministro dos Esportes, André Fufuca, com 4,55%; o deputado federal Pedro Lucas (União) e o deputado estadual Dr. Yglésio (PRTB) empatados com o percentual de 1,14%. Ao todo, 6,82% disseram não votar em nenhum dos candidatos e, também, 6,82% não souberam ou não quiseram responder.

O levantamento também avaliou a gestão do prefeito Rafael (PSB), que teve aprovação de 69,32%. O índice de desaprovação foi de 23,86%, com 6,82% não sabendo ou não querendo opinar

Linha de trem entre São Luís e Itapecuru-Mirim volta ao debate e pode integrar novo plano ferroviário nacional

A criação de uma linha de trem ligando São Luís a Itapecuru-Mirim, utilizando parte da antiga ferrovia que conectava a capital maranhense a Teresina (PI), voltou a ser debatida e pode ganhar viabilidade com apoio do Governo Federal. O trecho, atualmente operado pela TransNordestina Logística para transporte de cargas, é um dos estudados pelo Consórcio Ferroviário Evtea como parte de um plano de expansão do transporte ferroviário de passageiros no Brasil.

O projeto da linha São Luís–Itapecuru-Mirim é defendido desde 2017 pelo ex-prefeito de Santa Rita e atual pré-candidato ao Senado, Hilton Gonçalo. A proposta prevê o reaproveitamento da malha ferroviária existente e a instalação de estações em pontos estratégicos tanto na capital quanto no interior, permitindo uma conexão rápida, econômica e ambientalmente sustentável.

Em São Luís, seriam quatro estações: Tirirical (próximo ao Aeroporto Marechal Cunha Machado), Aracanga (Maracanã), Piçarra (Pedrinhas) e Mandubé (Estiva). Já no continente, a primeira parada seria em Periz de Baixo, em Bacabeira, seguida de Rosário, onde a estação foi recentemente restaurada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). No município de Santa Rita, o trem teria paradas nos povoados Recurso e Piruaba e no bairro Carema. A última estação seria em Itapecuru-Mirim.

A proposta integra o estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental (EVTEA) conduzido pelo Consórcio Ferroviário Evtea, formado pelas empresas Systra Engenharia e Consultoria Ltda. (líder), Houer Consultoria e Concessões Ltda., Tylin Brazil Ltda. e M Viana Sociedade de Advogados. Além do trecho maranhense, estão sendo avaliadas outras possíveis conexões de passageiros como Salvador–Feira de Santana (BA), Fortaleza–Sobral (CE), Brasília–Luziânia (DF/GO), Londrina–Maringá (PR) e Pelotas–Rio Grande (RS).

Atualmente, o Brasil conta com apenas duas linhas ferroviárias regulares de transporte de passageiros: Cariacica (ES) a Belo Horizonte (MG), com 905 km de extensão, e São Luís (MA) a Parauapebas (PA), com 892 km — ambas operadas pela mineradora Vale.

O Governo Federal sinalizou que novos projetos só serão viabilizados caso apresentem bilhete acessível à população e arrecadação suficiente para custear a manutenção do serviço. A proposta maranhense tem o diferencial de aproveitar uma infraestrutura já existente, o que poderia reduzir custos e acelerar a implementação.

Hilton Gonçalo afirma que a linha São Luís–Itapecuru-Mirim é estratégica tanto para a mobilidade regional quanto para o desenvolvimento econômico do estado. “Esse projeto representa a integração de regiões que hoje dependem do transporte rodoviário, que está sobrecarregado. É uma alternativa moderna, eficiente e que pode beneficiar milhares de maranhenses”, declarou.

Se concretizado, o projeto poderá marcar a retomada do transporte ferroviário de passageiros no Maranhão e posicionar o estado na vanguarda de um novo ciclo de mobilidade sustentável no Brasil.

Presidente dos Estados Unidos afirma que já existe um comprador para o TikTok

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo, 29, em entrevista à Fox News, que tem se dado bem com a China e com o presidente Xi Jinping. Mas, reforçou a importância das tarifas para a relação entre os países. Questionado se as invasões hackers da China atrapalham a relação, Trump afirmou que os Estados Unidos também fazem ataques virtuais à China.

Além disso, o presidente norte-americano afirmou que já há um grupo interessado em comprar a operação americana do TikTok. Segundo Trump, agora é necessário apenas a aprovação do presidente chinês.

Trump também argumentou que a China precisa de empresas norte-americanas, que estão voltando para os EUA. “A China vai precisar tratar melhor as nossas empresas”, afirmou.

Trump também citou a China quando falou da necessidade dos EUA dobrar sua produção de energia elétrica.

O presidente dos EUA afirmou que empresas que construírem fábricas nos EUA terão permissão para construir geradoras de energia. Porém, Trump diz que elas podem ser nucleares, a óleo e gás ou a carvão.

“A China usa carvão, que chamo de carvão verde, porque é algo muito poderoso. Não quero turbinas eólicas matando nossos pássaros, ou painéis solares cobrindo nossas montanhas. Ainda por cima, turbinas e Painéis são feitos na China”, afirmou Trump

Cidade Verde

Presidente da Assembleia participa do lançamento do projeto “Terra para Elas” no município de Rosário

A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (PSB), participou, neste sábado (28), da solenidade de lançamento do programa “Terra para Elas”, realizada no Quilombo Bela Vista, no município de Rosário. A iniciativa é coordenada pelo Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma) e integra a política estadual de fortalecimento da agricultura familiar e da autonomia feminina no campo.

O evento contou com a presença do governador Carlos Brandão; do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão; do prefeito de Rosário, Jonas Magno; de deputados estaduais; além de representantes do Consórcio da Amazônia Legal, da ONU Brasil e da embaixada do Canadá.

Durante a cerimônia, Iracema Vale destacou a importância do projeto como ferramenta de transformação social e valorização das mulheres do campo.

“Entregar títulos às mulheres é um belíssimo trabalho realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria da Mulher e do Iterma. Um passo importante para garantir dignidade, segurança e empoderamento às trabalhadoras rurais”, afirmou a parlamentar.

O governador Carlos Brandão também celebrou o momento. “Realizar sonhos é algo que me inspira e faz bem para a alma. Ver a alegria do povo quilombola me deixa profundamente feliz, pois sabemos o quanto esse projeto transformará vidas”, disse.

O programa “Terra para Elas” prevê a emissão de 2.500 títulos de terra para mulheres maranhenses, além da capacitação de 5.000 trabalhadoras em manejo agrícola integrado à bioeconomia, empreendedorismo e gestão de recursos naturais. A iniciativa também visa fomentar o acesso ao crédito rural, apoiar a geração de renda, implantar sistemas de monitoramento fundiário, capacitar agentes comunitários e fortalecer a fiscalização ambiental com uso de tecnologia.

“O governador Carlos Brandão colocou a regularização fundiária como uma das prioridades do seu governo. Hoje, o Maranhão escreve um capítulo histórico, e esse capítulo tem o nome delas”, afirmou o presidente do Iterma, Anderson Ferreira.

Derrubada do IOF é constitucional? Especialistas analisam

Diante da disputa envolvendo o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), o SBT Brasil ouviu especialistas para entender se a decisão do Congresso, que derrubou o decreto editado pelo governo Lula, foi ou não constitucional

O que parecia assunto restrito à política e à economia nacional vai acabar na Justiça. Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) vão ter que decidir sobre duas teses que colocam Executivo e Legislativo em lados opostos.

Uma delas, defendida por governistas, é que a derrubada do decreto do presidente é inconstitucional, já que alterar as alíquotas dos impostos é uma das atribuições do Poder Executivo. A outra tese sustenta que o IOF não poderia ser usado com a finalidade de aumentar a arrecadação federal.

Rubens Beçak, professor de Direito Constitucional, avalia que o governo Lula atuou dentro de sua competência. “Realmente, o governo pode ser impopular ou não, mas agiu dentro da sua competência, que está fixada no artigo 153 da Constituição Federal, que é a de majorar naqueles impostos que existem. Então, isso faz parte da competência do Executivo”, explica.

Por outro lado, o advogado constitucionalista André Marsiglia diverge e afirma que, ao suspender os efeitos do decreto do governo, o Congresso corrigiu excessos, já que o IOF tem a função de regular a economia e controlar movimentações financeiras.

“Embora o Executivo tenha a prerrogativa de regular a alíquota do IOF, isso não é uma legitimidade restrita, não é um cheque em branco. O IOF tem uma função extrafiscal. Ele não tem uma função arrecadatória simplesmente de encher os cofres públicos”, defende Marsiglia.

Para ele, o STF precisa respeitar a soberania da Câmara e do Senado. “Entendo que o STF não deveria interferir nessa discussão e que o governo, o ideal é que ele inclusive respeitasse uma decisão do Congresso, que foi soberana. O STF não pode servir como segunda instância das decisões soberanas do Congresso”, diz.

Já Beçak acredita que a tendência é de vitória do governo, o que deve estremecer ainda mais a relação entre os três Poderes.

“Se a questão vier judicializada – vamos ver se contornam isso politicamente com outras soluções – o Supremo pode tender a dar ganho de causa, digamos assim, à ideia de que a competência é do Executivo. E isso vai provocar um entrechoque tremendo, como já aconteceu várias vezes, né?”, concluiu.

Cidade Verde