Dr. Zé Francisco e Dr. Pedro Neres realizam ação social para trabalhadores que perderam boxes no Mercado Central e criticam falta de assistência de vereadores e do prefeito

Na manhã desta sexta-feira (19), o ex-prefeito de Codó, Dr. Zé Francisco e o seu filho Dr. Pedro Neres, realizaram uma ação social para apoiar os comerciantes da região do Troca-Troca que foram prejudicados com desabamento de boxes sobre a canalização do Riacho Água Fria no mês de janeiro.

A ação contou com a entrega de cestas básicas para amenizar as dificuldades dos trabalhadores que estão sem apoio da prefeitura desde o início do ano. O ex-prefeito e seu filho demonstraram sensibilidade e responsabilidade com os trabalhadores que dependem de pontos comerciais para fonte de renda.

Pedro Neres criticou a falta de defesa dos vereadores e a falta de resposta do prefeito Chiquinho Oliveira para resolver o problema dos trabalhadores prejudicados com o desabamento. Ele também criticou a falta de apoio do deputado estadual Francisco Nagib.

Zé Francisco destacou que sua gestão foi a que mais empregou, se referindo ao número de oportunidades de empregos durante seu mandato e afirmou que a atual gestão municipal acabou com a renda dos trabalhadores do município.

Prefeito de Cajapió declara apoio à pré-candidatura de Hilton Gonçalo ao Senado; Vereador de São Luís participa do encontro

A pré-candidatura do médico e ex-prefeito de Santa Rita, Dr. Hilton Gonçalo, ao Senado Federal segue ganhando força em todo o Maranhão. Neste sábado, (20), ele recebeu o apoio do prefeito de Cajapió, Dr. Rômulo, e quem esteve presente também foi o vereador de São Luís, Dr. Joel, duas lideranças políticas com forte influência em suas regiões.

O anúncio foi feito durante um encontro que reuniu aliados e lideranças locais. Para Dr. Rômulo, a decisão de apoiar Hilton Gonçalo se baseia na trajetória de trabalho do pré-candidato e na sua capacidade de articulação em favor do desenvolvimento do estado.

“Hilton tem um histórico de gestão exemplar e um olhar voltado para o desenvolvimento dos municípios. Tenho certeza de que, no Senado, ele fará ainda mais pelo Maranhão”, afirmou o prefeito de Cajapió.

O vereador de São Luís, Dr. Joel, irmão do prefeito de Cajapió, também esteve presente e deve caminhar com Dr Hilton Gonçalo.

Hilton Gonçalo agradeceu os apoios e ressaltou que sua pré-candidatura busca unir forças em prol de um Maranhão mais desenvolvido e justo.

“Estou feliz por contar com o apoio de lideranças como Dr. Rômulo e Dr. Joel. Nosso projeto não é pessoal, mas coletivo, voltado para transformar a vida das pessoas em todas as regiões do estado”, disse.

Com essas adesões, Hilton Gonçalo consolida ainda mais sua pré-candidatura, que vem se destacando pela articulação política e pelo fortalecimento em diferentes municípios maranhenses.

Pedro Neres denuncia Chiquinho Oliveira ao MP por improbidade administrativa dolosa ao ocultar intencionalmente a lista de servidores desde janeiro

O médico Pedro Neres protocolou denúncia explosiva contra o prefeito de Codó, Francisco Carlos de Oliveira (Chiquinho Oliveira), acusando-o de improbidade administrativa dolosa. Desde que assumiu a cadeira em janeiro de 2025, o gestor esconde a todo custo a lista de servidores contratados e comissionados, mantendo em sigilo a parte mais sensível da folha de pagamento municipal.

Não se trata de esquecimento nem de falha técnica. É dolo puro e simples: o prefeito já foi notificado pelo Ministério Público e pelo TCE/MA, mas insiste em descumprir a lei, alimentando ainda mais as suspeitas de que há funcionários fantasmas, nepotismo desenfreado e uma folha de pagamento inflada artificialmente. Quem esconde, teme mostrar — e nesse caso, o silêncio fala mais alto que qualquer justificativa oficial.

O Tribunal de Contas do Estado já cravou: a despesa de pessoal em Codó alcançou 50,38% da Receita Corrente Líquida, ultrapassando o limite de alerta da Lei de Responsabilidade Fiscal (48,60%). Mesmo diante da grave situação, Chiquinho Oliveira segue indiferente, como se estivesse acima da lei, enquanto a população amarga os reflexos de uma prefeitura com a máquina entupida de servidores sem transparência.

Agora, a bomba está nas mãos do Ministério Público Estadual, que poderá transformar a denúncia em um processo por improbidade administrativa, colocando de vez o prefeito contra a parede. Se confirmadas as suspeitas, Codó pode estar diante de um dos maiores escândalos de folha de pagamento já registrados no município — e Chiquinho terá que explicar por que tanto esforço para esconder o que deveria ser público.

Ministério Público firma convênio para combate ao crime com uso de inteligência computacional

O Ministério Público do Maranhão, em parceria com o Ministério Público de Alagoas (MPAL), assinou, nesta quinta-feira, 18, em Maceió, um protocolo de intenções que estabelece cooperação técnico-científica para pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I). O objetivo é impulsionar o projeto “Inteligência Computacional no Apoio às Ações de Combate à Criminalidade”, iniciativa que busca aplicar ferramentas tecnológicas avançadas para fortalecer a atuação do Ministério Público na defesa da sociedade.

O acordo prevê a realização de estudos conjuntos, reuniões técnicas e a troca de experiências entre as duas instituições, respeitando a legislação vigente sobre ciência, tecnologia e inovação. Pelo termo, o MPMA ficará responsável pela execução das atividades de pesquisa e aplicação prática dos resultados. Já o MPAL se comprometeu a destinar recursos no valor de R$ 450 mil, que serão investidos no desenvolvimento do projeto.

O documento terá vigência inicial de seis meses, podendo ser prorrogado, e será conduzido em regime de cooperação mútua entre as instituições, sem cessão de servidores ou encargos adicionais para os órgãos.

Durante a assinatura, o procurador-geral de Justiça do MPMA, Danilo de Castro, ressaltou a importância da iniciativa. “Este convênio permitirá que o Ministério Público avance em novas frentes de pesquisa, utilizando inteligência computacional para aprimorar nossa atuação. É uma parceria que abre caminho para resultados significativos no enfrentamento à criminalidade”, afirmou.

Para o procurador-geral de Justiça de Alagoas, Lean Antônio Ferreira de Araújo, a parceria representa um passo importante na modernização da atuação ministerial. “Estamos investindo em inovação como ferramenta estratégica de combate à criminalidade. A união de esforços fortalece nossa capacidade de desenvolver soluções tecnológicas que possam ser aplicadas de forma concreta em benefício da sociedade”, destacou.

Do MPMA, também esteve presente o coordenador do Grupo de Atuação Especial no Combate à Sonegação Fiscal e aos Crimes contra a Ordem Tributária do Ministério Público do Maranhão (Gaesf) do MPMA, Giovanni Pappini. Outro representante do Maranhão foi o chefe do setor jurídico da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), Winicius Faray.

Também estiveram presentes à cerimônia de assinatura do protocolo de intenções o promotor de Justiça Cyro Blatter, coordenador do Gaesf do MPAL, o superintendente de Tecnologia da Informação da Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas, Marcelo Malta, além de assessores do Gaesf dos dois estados.

Redação: CCOM-MPMA com informações do MPAL

Fotos: MPAL

Padilha decide não participar de reunião na ONU após restrição dos EUA

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, decidiu não integrar a comitiva brasileira que vai aos Estados Unidos na próxima semana para a 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas. Em nota, o Ministério da Saúde afirma que a decisão foi tomada após o governo de Donald Trump impor restrições ao visto do ministro.

“Em comunicado recebido da Missão dos Estados Unidos para as Nações Unidas, o Ministério da Saúde do Brasil foi informado da proibição imposta ao ministro Alexandre Padilha de participar presencialmente da reunião do Conselho Diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)”, informou o ministério.

“A decisão viola o Acordo de Sede com a ONU e o direito do Brasil de apresentar as suas propostas no mais importante fórum global de saúde para as Américas. O país é uma referência em saúde pública mundial e um dos principais articuladores de ações voltadas à defesa da vacina, da ciência e da vida.”

O visto concedido pelos Estados Unidos só permitiria que Padilha fizesses deslocamentos restritos do hotel para a ONU, além de instalações médicas em caso de emergência.

De acordo com o Ministério da Saúde, “em razão dessas limitações infundadas e arbitrárias ao exercício diplomático brasileiro”, o ministro Alexandre Padilha vai permanecer no Brasil, dedicado à votação da Medida Provisória do Programa Agora Tem Especialistas no Congresso Nacional.

“Não se trata de uma medida de retaliação ao ministro, mas ao que o Brasil representa na luta contra o negacionismo que retira o direito de crianças de se vacinarem e guia os retrocessos relacionados à saúde que a população norte-americana enfrenta”, ressalta o ministério.

“Todas as articulações estão mantidas com a delegação do Ministério da Saúde em Nova York e Washington, e reforçadas por reuniões do próprio ministro em eventos como a COP 30, diálogos bilaterais e missões com representantes do Mercosul e do BRICS, blocos com presidência do Brasil. A ciência continuará a avançar e o Brasil não deixará de atuar pela sua soberania.”

Entenda

Em agosto, o governo do presidente Donald Trump cancelou o visto da esposa e da filha de 10 anos de Padilha. À época, o ministro estava com o visto vencido desde 2024 e, portanto, não passível de cancelamento.

Na mesma semana, o Departamento de Estado dos Estados Unidos revogou os vistos de funcionários do governo brasileiro ligados à implementação do programa Mais Médicos.

Foram cancelados os vistos do secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Julio Tabosa Sales, e do ex-assessor de Relações Internacionais da pasta e atual coordenador-geral para 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), Alberto Kleiman.

Em comunicado, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, justificou que os servidores teriam contribuído para um “esquema de exportação de trabalho forçado do regime cubano” por meio do Mais Médicos.

Por Agência Brasil