
A Prefeitura de Codó publicou no Diário Oficial desta sexta-feira (27) um termo aditivo milionário ao contrato de coleta de lixo urbano com a empresa Glaudisson Renis Assunção Silva Ltda. Os números são altos: serão R$ 702.018,97 por mês, somando R$ 4.212.113,82 até setembro de 2025.
O curioso e (preocupante) é que a Prefeitura divulgou apenas um extrato do aditivo, sem disponibilizar o contrato original, planilhas de custo, cronograma de execução ou metas de desempenho. Tudo aquilo que, por lei, deveria estar acessível ao cidadão.
E não é de hoje: desde janeiro, a gestão do prefeito Chiquinho Oliveira tem escondido todos os contratos da atual administração. Os documentos somem dos canais oficiais e o que chega ao público são apenas resumos genéricos que lotam o Diário Oficial do Município.
Enquanto isso, Codó enfrenta uma rotina de serviços públicos precários. Bairros inteiros vivem no escuro por falta de iluminação, as estradas vicinais estão abandonadas, e nas unidades básicas de saúde falta até o básico: medicamentos.
E ainda dizem as más línguas que o município não tem dinheiro. O que Codó não tem é gestão responsável. Dinheiro existe — o que falta é critério nos gastos.







