Abertura dos Jogos Escolares Codoenses acontece nesta sexta-feira com entrega do novo Ginásio Carlos Fernando

A cidade de Codó se prepara para a abertura oficial da 32ª Edição dos Jogos Escolares Codoenses, que ocorrerá nesta sexta-feira, dia 2 de junho. O evento será marcado pela entrega do novo Ginásio Carlos Fernando, que passou por revitalização para melhor atender às atividades esportivas.

Os Jogos Escolares Codoenses, conhecidos como Jeco’s, são organizados pela Prefeitura Municipal de Codó, em parceria com a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel) e a Secretaria Municipal de Educação (SEMECTI). Com o tema “Inclusão e Igualdade”, o objetivo é proporcionar um ambiente esportivo acolhedor e participativo para os estudantes.

A cerimônia de abertura acontecerá no Ginásio Carlos Fernando, que se tornou uma referência esportiva na cidade após sua revitalização. Autoridades municipais, representantes das escolas e atletas estarão presentes nesse momento significativo.

Durante os Jogos Escolares Codoenses, os jovens atletas competirão em diversas modalidades esportivas, como futebol, vôlei, basquete e atletismo. A expectativa é que a comunidade de Codó compareça em apoio aos estudantes atletas.

A abertura dos Jogos Escolares Codoenses e a reinauguração do Ginásio Carlos Fernando são eventos importantes para a cidade, destacando a relevância do esporte na formação dos estudantes. A Prefeitura Municipal de Codó, juntamente com a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer e a Secretaria Municipal de Educação, convidam a todos a participar dessa celebração esportiva.

A população é convidada a comparecer e prestigiar a abertura dos Jogos Escolares Codoenses e a inauguração do novo Ginásio Carlos Fernando nesta sexta-feira. O objetivo é promover a inclusão e a igualdade por meio do esporte, valorizando o talento e o esforço dos jovens atletas de Codó.

Vereadora Leda Torres solicita reforma de quadra poliesportiva e a recuperação e limpeza de vias públicas

Obras para recuperação de equipamentos públicos de esporte e lazer e revitalização e manutenção de vias públicas estiveram na pauta de Indicações da vereadora Leda Torres durante a 15ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Codó. Por meio da Indicação Nº244/2023, a vereadora solicitou ao Executivo Municipal, junto ao Secretário Municipal de Infraestrutura, em Caráter de Urgência, pela coleta de lixo de forma regular na Rua São Francisco, Bairro São Sebastião (por trás do antigo aeroporto).

Reforma completa da Quadra de Esportes Santa Teresinha

Pela Indicação Nº245/2023, a edil solicitou ao governo municipal, junto ao Secretário Municipal de Infraestrutura, em Caráter de Urgência, pela a reforma completa da Quadra de Esporte Santa Terezinha, situada na Rua Padre Cícero, no Bairro Codó Novo. E com a Indicação Nº246/2023, solicitou, também em Caráter de Urgência, a recuperação com massa asfáltica ou bloquetes da Rua Buenos Aires, situada no Residencial São Pedro, Bairro São Pedro.

“São obras estruturais e ações de manutenção muito importantes, necessárias aos moradores e fundamental para o bem estar da população. Por isso solicitamos pela reforma da quadra poliesportiva Santa Terezinha, no Codó Novo, a pavimentação da Rua Buenos Aires, no Residencial São Pedro e a devida e adequada coleta regular do lixo na Rua São Francisco, Bairro São Sebastião, por trás do antigo aeroporto. São solicitações das comunidades, em pontos diversos em nossa cidade e que serão levadas ao Executivo e revertidas em ações em benefício do cidadão”, justificou a parlamentar.

Neto Evangelista denuncia material escolar abandonado em galpão pela Prefeitura de São Luís

O deputado estadual Neto Evangelista usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão para denunciar, nesta terça-feira (30), uma grande quantidade de material escolar da Prefeitura de São Luís abandonado em um galpão.

De acordo com o vídeo mostrado pelo parlamentar, várias unidades de mochilas, fardamento escolar, tênis e meias, com o brasão da Prefeitura Municipal de São Luís estavam em situação de abandono em um galpão que era alugado pelo órgão.

“Quantas crianças ainda estão sem fardamento? Eu vi alguns pais da região do Itaqui Bacanga reivindicarem que seus filhos não tinham fardamento escolar. Vi crianças de escolas públicas municipais jogando vôlei nos JELS, descalços. É desumano. O pior é a prefeitura ter as mochilas, as fardas, as meias, os tênis, e não entregar aos alunos. O material que aparenta ser novo, abandonado em um galpão que já foi devolvido pela prefeitura, parecendo lixo. Isso é jogar o dinheiro da população de São Luís no lixo”, disse Neto Evangelista.

Em seu discurso, o parlamentar destacou ainda outras denúncias sobre a educação pública municipal que fez contra a gestão do prefeito Eduardo Braide.

“O prefeito de São Luís tem mostrado que só funciona sob pressão. Vai deixando que as coisas aconteçam e só trabalha quando a gente denuncia. Já trouxemos a pauta dos pais que ficaram acorrentados na porta da Prefeitura de São Luís porque não foram recebidos pelo prefeito para que eles pudessem falar sobre as demandas dos seus filhos autistas. Denunciamos o problema da Escola Felipe Conduru, que passou mais de mês sem ter aula porque a escola estava quase caindo sobre eles. Fizemos uma denúncia grave onde os pais receberam comunicado para que não enviassem os filhos para a escola, porque lá não tinha água para beber. Se o prefeito Eduardo Braide só funciona sobre pressão e com denúncias, traremos sempre”, concluiu o deputado.

Adolescente de Codó internada no Hospital da Ilha realiza o sonho de conhecer o mar

“Saber que eu ia poder ver o mar quando ficasse boa me deu forças para seguir o tratamento”, disse a adolescente Kauani Rodrigues Coqueiro, de 14 anos. Natural do município de Codó, ela estava internada há 19 dias no Hospital da Ilha, em São Luís, para tratar de um tipo grave de anemia. Nesta quarta-feira (31), além da boa notícia de que receberá alta médica, ela também soube que realizaria um dos seus maiores sonhos: conhecer o mar.

Localizado na porção leste do estado, Codó é banhado pelo Rio Itapecuru, mas não pelo mar, por isso, Kauani nunca teve a oportunidade de ir à praia. A sua primeira viagem para São Luís, infelizmente não foi para conhecer a bela orla da Ilha, mas sim para tratamento médico, mas o destino lhe reservou surpresas agradáveis.

Kauani sofre de um tipo grave de anemia e precisou receber atendimento especializado na capital, ficando sob os cuidados das equipes médicas do Hospital da Ilha. Foram 19 dias de um tratamento muito difícil. “Eu chorava muito com medo de não ficar boa, porque quando o médico vinha, ele não me dava notícias muito boas. Mas com o tempo o comecei a entender que eu tinha que ficar calma e acreditar que ia dar tudo certo”, conta a jovem, que ainda chora ao se lembrar dos momentos difíceis do período de internação.

Realizando um sonho

A ida de Kauani à praia aconteceu na manhã desta quarta-feira (31) seguindo todas as recomendações médicas, incluindo o horário adequado de exposição ao sol, antes das 10h e depois das 16h.

Por volta das 9h, a adolescente, acompanhada de seus pais e de uma equipe formada por psicólogos, fisioterapeutas, enfermeiros, fonoaudiólogos e de serviço social, saiu do Hospital da Ilha e seguiu até a Praça dos Pescadores, na Avenida Litorânea, um dos principais cartões postais de São Luís.

Chegando ao local, Kauani foi surpreendida também com as cores do São João do Maranhão que agora enfeitam o monumento. Com cuidado ela foi conduzida do calçadão até a faixa de areia, de onde pôde finalmente caminhar pela primeira vez até o mar.

O primeiro contato foi tímido. De uma certa distância para admirar o vai e vem das ondas. Aos poucos ela tomou coragem e molhou os pés pela primeira vez e em seguida deu alguns passos mais à dentro. Ao sentir as ondas baterem em seus pés pela primeira vez, Kauani não segurou a emoção e caiu no choro. Claro que não poderia faltar a tradicional “provadinha” na água para saber se ela realmente é salgada como dizem.

“Foi perfeito. Eu me senti bem. Fiquei um pouco tonta porque não estou acostumada com o mar, mas achei tudo bem bonito, bem legal, bem divertido. A equipe médica foi toda maravilhosa, me trataram super bem, me davam presentes e agora realizaram meu sonho. Eu nem sei como agradecer”, disse Kauani após voltar para o calçadão.

A dona de casa Maria José Rodrigues, 43 anos, mãe de Kauani, também ficou feliz ao ver a filha realizar o sonho. “Eu sempre imaginei que isso ia acontecer. Ela chorava preocupada, com medo de não ficar boa e não conseguir ver o mar, mas eu sempre disse a ela que ia ficar boa para voltar para casa e que antes a gente ia passar na praia. Graças a Deus deu tudo certo e o próprio hospital realizou esse sonho”, comentou.

Escuta humanizada

A adolescente tem anemia hemolítica autoimune, que se caracteriza pela produção de alguns anticorpos pelo organismo que atacam e destroem os glóbulos vermelhos do sangue. A doença não tem causa determinada, estando associada a diversos fatores e também pode ser de vários tipos.

Durante os 19 dias em que esteve internada na unidade, ela acabou contando para a equipe médica que a acompanha que um dos seus maiores sonhos era conhecer o mar. No entanto, seu estado de saúde não permitia que ela deixasse a unidade, mas em segredo o médico responsável pelo tratamento de Kauani, Dimitrius Garbis, que é diretor clínico e médico assistente no Hospital da Ilha, começou a organizar a realização do sonho da garota.

“Quando a Kauani foi recebida aqui no Hospital da Ilha, além de todo o atendimento médico necessário para diagnosticar qual era exatamente o quadro clínico dela, para que fosse iniciado o tratamento, foi feita toda a escuta empática, tanto pela equipe médica quanto pela equipe multidisciplinar, que é composta por psicólogos serviço social e outros profissionais. E a partir disso foi identificado o desejo dela de conhecer o mar”, explica Dimitrius Garbis.

A ida de Kauani à praia faz parte da Política Nacional de Humanização (PNH), que existe desde 2003 para efetivar os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) no cotidiano das práticas de atenção e gestão, qualificando a saúde pública no Brasil e incentivando trocas solidárias entre gestores, trabalhadores e usuários. A PNH deve se fazer presente e estar inserida em todas as políticas e programas do SUS.

Segundo o diretor clínico do Hospital da Ilha, Dimitrius Garbis, a Política Nacional de Humanização traz vários benefícios para o paciente e o sistema de saúde. “Esta é uma política que surge não apenas de uma demanda da própria sociedade, mas também de estudos científicos que demonstraram que os pacientes que recebem esta escuta empática conseguem reduzir as comorbidades durante a internação e até mesmo o tempo de permanência nas unidades hospitalares”, disse.

Após a ida à praia, Kauani voltou para o Hospital da Ilha para receber alta e poder voltar para Codó levando na bagagem a saúde recuperada, a lembrança inesquecível de sua primeira vez junto ao mar e a vontade de realizar novos sonhos. “Eu tinha dois grandes sonhos. Um deles era conhecer o mar. O outro é conhecer os meus ídolos do BTS”, confessa.

Ministério Público realiza conferência sobre Transtorno do Espectro Autista em Bacabal

O Ministério Público do Maranhão, por meio das Promotorias de Justiça Especializadas de Defesa da Saúde, da Criança e do Adolescente, da Pessoa com Deficiência, da Educação e dos Direitos Humanos da Comarca de Bacabal, promoveu nesta segunda-feira, 29, no auditório da Faculdade Pitágoras, a conferência “Aprendendo sobre Transtorno do Espectro Autista”.

A atividade, realizada em parceria com a Escola Superior do MPMA, contou com a participação de mais de 300 pessoas e teve como objetivo sensibilizar e conscientizar a população acerca da inclusão e da garantia dos direitos dos autistas e capacitar membros, servidores do MPMA, bem como profissionais da saúde.

Na ocasião, estiveram presentes as promotoras de justiça Carla Tatiana Castro, Klycia Menezes, Licia Muniz, Michelle Saraiva e o defensor público de Bacabal, Aldo Expedito Pacheco Passos Filho.

As palestras tiveram início às 14h e foram mediadas por profissionais especialistas na temática, entre eles o psiquiatra João Arnaud Diniz Neto, do Hospital Universitário da UFMA; o advogado Wellington Beckman, vice-presidente da Comissão dos Direitos das Pessoas Autistas da OAB-MA; a historiadora Telma Sá, a psicóloga Flávia Neves, coordenadora do Serviço Especializado à Pessoa com TEA no Centro Especializado de Reabilitação (CER); a assistente social Maelle Medeiros Garreto, coordenadora do Centro Integrado de Apoio à Pessoa com Deficiência da Defensoria Pública do Estado e a advogada Tácita Pereira Rios, mãe atípica e coordenadora do curso de Direito da Faculdade Pitágoras de Bacabal.

Após as palestras, houve um momento de escuta no final do evento, que contou com perguntas e manifestações do público presente.

Redação: Laura Damasceno