Deputada Thaiza Hortegal é internada no Hospital São Domingos

A assessoria da deputada DRA. THAIZA HORTEGAL vem por meio desta NOTA informar que a parlamentar deu entrada no HOSPITAL SÃO DOMINGOS na madrugada deste SÁBADO apresentando desconforto respiratório, febre alta e dor torácica.

Dra. Thaiza foi medicada e estabilizada, necessitando de internação para melhor investigação do caso. No momento, a paciente aguarda resultados de exames laboratoriais.

Contamos com as orações de todos e a rápida recuperação da médica que, ano passado, foi severamente acometida pela COVID-19. Daremos novas informações assim que sair o boletim médico.

Assessoria de Comunicação

17° Batalhão da Polícia Militar faz comemoração do Dia das Mães nesta sexta-feira (07)

Na manhã desta sexta-feira (07), o Comando do 17º Batalhão de Polícia Militar, na pessoa do Tenente Coronel J. Alves, realizou uma homenagem ao Dia das Mães na Sede do batalhão;A festa foi dedicada às policiais militares e funcionárias civis do 17º BPM , assim como suas genitoras, que também compareceram ao evento.

A palavra religiosa foi ministrada pelo Pr. Alisson, do Projeto UFP, em seguida o Comandante do CPAI-4, Coronel Jurandy Braga, proferiu suas palavras parabenizando todas as mães presentes, e destacou a importância destas em suas famílias e na PMMA. Posteriormente, em suas palavras o Comandante do 17º BPM , Tenente Coronel Johnny Alves, agradeceu a presença de todas e ressaltou o papel fundamental que estas profissionais possuem na Segurança Pública e a forma como estas mulheres conciliam suas todas as suas atividades com o cuidado e dedicação às suas famílias e filhos.

Ao final, foi realizado um sorteio de brindes é servido um café da manhã.

O 17º Batalhão de Polícia Militar parabeniza todas as mães pelo seu dia!

17°BPM, SUA SEGURANÇA É NOSSA MISSÃO.
⚠️☎️ DISQUE DENÚNCIA: 98857-2397

Aprovado PL que prioriza atendimento a órfãos em programas habitacionais do Governo do Estado

A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, na sessão plenária híbrida desta quarta-feira (05), o Projeto de Lei nº 007/2021, de autoria do deputado Dr. Yglésio (PROS), que dispõe sobre a prioridade de atendimento aos órfãos e abrigados, egressos de orfanato ou instituição coletiva pública ou privada sem fins lucrativos, nos programas habitacionais do Governo do Maranhão. A proposição vai à sanção governamental.

A matéria estabelece que a prioridade nas etapas de seleção e habilitação nos programas habitacionais beneficiará os que tenham entre 18 e 29 anos, na data de inscrição para o financiamento subsidiado ou que sejam contemplados com imóveis a título de qualquer natureza, oriundos de programa habitacional público ou subsidiado pelo Governo do Estado.

Dispõe ainda que o direito à prioridade será reconhecido ao órfão ou abrigado beneficiário apenas uma vez e que todas as demais regras constantes dos programas habitacionais deverão ser cumpridas, cabendo ao Governo do Estado fixar o percentual de imóveis dos programas habitacionais destinados ao cumprimento da referida lei.

Acolhimento

O parlamentar justifica a proposição ao afirmar que as crianças e adolescentes abrigados em orfanatos ou instituições coletivas públicas ou privadas de acolhimento, desde que sem fins lucrativos, merecem especial atenção ao atingir a maioridade civil.

“São crianças e adolescentes órfãos ou abandonados que, ao atingir os 18 anos, perdem completamente o apoio estatal, imprescindível para a sua sobrevivência. Em regra, a responsabilidade desses cidadãos traz agregado o peso social do abandono, tendo em vista que, obrigatoriamente, devem desocupar as vagas nas casas de acolhimento, seus verdadeiros lares”, acrescenta o parlamentar.

Dessa forma, o deputado defende que, em razão das causas e consequências que podem advir dos fatos sociais, é necessária uma política pública que priorize a habitação dessas pessoas.

Ascom da Assembleia

Ministra Damares Alves acompanha caso de menina de 1 ano morta no Distrito Federal

Para aprimorar políticas públicas, a ministra Damares Alves, titular do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), esteve 26ª Delegacia de Polícia em Samambaia Norte, no Distrito Federal, para acompanhar a investigação sobre a morte de menina de 1 ano. A mãe e o padrasto estão presos como suspeitos de agredir e matar a criança.

A ministra destacou como essencial o trabalho da polícia na investigação do caso, que havia sido considerado um acidente doméstico. “A persistência em investigar e um laudo bem feito provaram depois de meses que foi uma violência contra uma criança de um 1 ano. Ir até a delegacia é entender tudo que aconteceu com essa menina e saber qual a brecha para o poder público não ter chegado antes nessa história e evitado essa morte”, afirma

Diante do contexto da pandemia, a titular do MMFDH destacou a importância de todos estarem atentos e denunciarem violações a direitos no Disque 100, canal que recebe denúncias de violências contra crianças e adolescentes do Governo Federal. “Fiquem atentos aos movimentos e sinais que as crianças emitem. Na dúvida, denuncie. Nesse exato momento a gente sabe que a violência está dentro de casa e está subnotificada. É preciso denunciar”, disse.

Para o delegado-chefe da unidade que conduz as investigações, Rodrigo Larizzatti, as denúncias podem evitar que casos como esse aconteçam. “Queríamos não estar falando desse assunto. É importante que as pessoas denunciem, informem. Vizinhos que ouçam choro de criança ou barulho de briga, comuniquem imediatamente para a polícia para evitar que ocorram outras mortes”, afirmou.

Presente na reunião, a conselheira tutelar em Samambaia Norte Ana Cláudia Soares afirmou que a orientação é denunciar no Disque 100. “O nosso maior objetivo é lutar pela causa da criança e do adolescente incessantemente. Caso saibam de algo em casa ou vizinhos, liguem no Disque 100”, disse. Ela afirmou que o contato com o Governo Federal é muito importante para acreditar que a realidade de violência contra crianças pode mudar no Brasil.

Também estiveram presentes na reunião o delegado de polícia, Igor Vialli, o delegado-chefe adjunto, Rodrigo Carbone, a chefe da seção de atendimento à mulher, Silvia Louzeiro, e os conselheiros utelares Assis Santarém e Abel Gramacho.

Legislação mais efetiva

A ministra Damares defende que a legislação voltada a proteção de crianças e adolescentes seja aprimorada. “A gente tem que adequar a legislação para garantir a não impunidade no Brasil. É para isso que temos que trabalhar”, destaca. Larizzatti vai na mesma linha. “É necessário que as pessoas sintam temor da legislação, saibam que serão pegas e punidas caso pratiquem esse tipo de violência. A sensação de impunidade é muito grande, o que demonstra a ineficácia da lei como freio inibitório”, disse.

Ele destacou que as inovações não precisam aumentar a pena, mas as tornar certas. “Se é condenado há 10 anos, tem que ficar preso os 10 anos. Ele tem que acreditar na Justiça, no Estado, que vai mostrar essa credibilidade quando fizer valer a lei efetivamente, sem tanto benefícios como se tem hoje”, destacou.